terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Programa da Marlei Soares

Gente, fui convidada novamente para ir no programa da Marlei, dia 4 de dezembro às 17h. Não deixem de assistir e depois fazer um comentário aqui no blog.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Algo Mais

Dia 25/11/09 quarta-feira, às 17h na TV Pampa estarei falando sobre a sexualidade na terceira idade. Não deixem de olhar e fazer seu comentário aqui no blog.

Programa da Marlei Soares

Fui convidada para participar do programa da Marlei Soares nos dias 13 e 20 de novembro. Acho que ela gostou da minha participação, pois me convidou para participar novamente nesta sexta dia 27 às 16:15h. Se você tiver oportunidade, assista e depois comente aqui no blog.

2ª edição

Boa notícia, a primeira edição do livro Sexo: Muito Prazer esgotou e já estamos na segunda, bacana, não?

quinta-feira, 1 de outubro de 2009


XII Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana

Aproveitando o II Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana realizado na Foz do Iguaçu do dia 4 ao dia 7 de outubro, aproveitarei para lançar o meu livro Sexo: Muito Prazer. É sempre uma oportunidade, além da troca de conhecimentos e experiências, conversar com os colegas sobre o livro e o objetivo do mesmo. Fica mais fácil para que eles possam indicar para os seus pacientes.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Dia 20 de setembro


A Bienal foi tudo de bom. A mediadora Lucia Judice e a escritora Marcia Denser estavam ótimas no espaço Mulher e Ponto. Adorei o convite para participar com elas da conversa sobre leitura erótica.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Bienal do Livro

Estarei participando no próximo dia 20 de setembro, às 19:30h da Bienal do livro no Rio de Janeiro. Um convite prá lá de especial. O tema é sobre a Leitura e Prazer. "A literatura erótica atrai a leitora?" Gostaria de saber a sua opinião para enriquecer este encontro. Por favor, participe escrevendo o que acha. Muito obrigada, Laura.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Lançamento Costão do Santinho

Durante o congresso de Medicina Sexual realizado no Costão do Santinho, Florianópolis, no período de 27 à 30 de agosto lancei o livro Sexo: Muito Prazer. O objetivo era apresentá-lo aos colegas que estavam participando do evento. Haviam aproximadamente 600 profissionais (médicos urologistas e ginecologistas e psicólogos) de 21 países. O congresso foi um sucesso e o livro muito bem aceito pelos colegas.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Aspectos psicológicos na sexualidade do homem que se submete a cirurgia de próstata.

Para qualquer pessoa é muito difícil receber o diagnóstico de câncer. Provoca imenso impacto, pois o primeiro pensamento é a palavra “morte”. Para um homem, escutar de seu urologista que ele tem câncer de próstata, equivale aos mesmos sentimentos que para uma mulher escutar que está com câncer de mama. Só que para a mulher parece ser muito mais fácil de lidar com esta situação do que o homem. Este momento é vivido como uma castração.
A sexualidade, tanto feminina como masculina, está diretamente relacionada com estes órgãos. Abrir mão deles, é sentido como perda do próprio sexo, da identidade de ser homem ou mulher. Nossa identidade sexual é construída desde o momento em que nascemos e vai se desenvolvendo e transformando durante a infância, adolescência, até nos tornarmos adultos e pais. Mas, são os seios para a mulher e a capacidade de obter ereção para o homem os símbolos de serem e se sentirem: mulher e homem.
Dependendo do local em que somos criados, sofremos influências culturais e religiosas. A forma como nossos pais lidam com a própria sexualidade, como passam ou não suas experiências para os filhos, vai contribuir para a formação dos valores atribuídos à sexualidade. Ainda vivemos numa sociedade muito machista, que super valoriza o desempenho sexual masculino. E hoje, não são somente os homens que competem entre si, que se cobram, mas as mulheres se tornaram mais exigentes. Isso por sua vez, só vem reforçar a pressão sobre o desempenho masculino, deixando os homens mais assustados e sofrendo maiores pressões, tanto internas quanto externas. Não é ao acaso que a industria farmacêutica investe milhões em pesquisas com drogas para ereção.

Para muitos homens, perder a potência sexual é o mesmo que perder o sentido de viver. É a morte por antecipação. Muitos desenvolvem ansiedade e/ou depressão, causando profundos efeitos na função sexual, como: falta de interesse, desejo, satisfação e orgasmo. A auto imagem e a percepção da parceira podem ser alteradas pelo diagnóstico de câncer. É um momento difícil e de muitas reflexões. Pode ocorrer a diminuição da auto-estima e iniciar um processo de medo de rejeição pela parceira e tendência de evitar outras.
Para um homem que está vulnerável, qualquer espécie de tensão emocional ou física tende a levar a falha da ereção. E o homem que passa por uma cirurgia desse calibre, tende a estar extremamente vulnerável. Começa a evitar situações onde pode vir a iniciar a intimidade física. Sente-se desajeitado para lidar com a situação e pouco natural por ter de fazer uso de medicações. Como explicar esta situação para uma mulher com a qual ele não tem intimidade? É o que o homem fica se perguntando. Acaba evitando para não sentir-se embaraçado. Não se permite mais fantasiar com uma mulher atraente ou imaginar um encontro sexual. Antes ficava excitado e até mesmo com ereção, ao olhar ou imaginar ser capaz de ter um relacionamento sexual. O sentimento de si mesmo como homem, fica diminuído. Existe uma perda do significado da função perdida, da identidade masculina, sentimento de vazio, perda da auto confiança na capacidade como homem. Não se deixa de ser homem só porque não se tem uma ereção, é um aspecto da vida e uma parte integral de como o homem se vê. É necessário que ele possa redefinir este sentimento. O medo e o constrangimento e as mudanças na maneira pela qual o homem imagina sua interação com uma parceira em potencial, levam-no a questionar sua própria identidade como homem. A sexualidade é vista como uma parte integrante e substancial na definição um indivíduo como homem e um homem que perdeu a função sexual, sente profunda angústia para redefinir-se como masculino.
Ao escutar do médico a necessidade de fazer a cirurgia de próstata, este informa sempre ao paciente as opções terapêuticas e seus efeitos colaterais, principalmente no concernente à cirurgia. Entre os aspectos abordados, o que causa maior impacto, sem dúvida, é a perda da ereção. Escolher fazer a cirurgia é difícil, pois atinge a função sexual, causando muito estresse ao homem e consequentemente, também para sua parceira. Muitas vezes o médico precisa do apoio da parceira do paciente, para ajudar a convencê-lo a fazer a cirurgia, pois alguns resistem e se opõe, mesmo correndo risco de vida. É de muita ajuda para o homem escutar da esposa que é mais importante ver o marido vivo e bem. Que o relacionamento é mais do que o ato físico na relação sexual. A esposa facilita bastante o processo de aceitação da cirurgia por parte do homem que está resistente.
Quando o paciente já está na meia idade, que em geral é a fase em que o câncer de próstata se manifesta mais, a performance sexual pode estar diminuída por causas vasculares, alterações hormonais ou efeitos colaterais de medicações. Outra questão bastante pertinente que não deve ser omitida, é a constatação de que à medida em que o homem envelhece, conforme Masters e Johnson (1984), particularmente após os 60 anos, a resposta sexual torna-se mais lenta, a ereção, penetração e ejaculação demoram mais para acontecer. O período refratário também se estende após os 50 anos. Homens que estavam acomodados em um relacionamento monogâmico ou solteiros, desta faixa etária, sentem uma perda de potencial para a intimidade sexual. Sentem-se embaraçados e com medo de enfrentar a mulher. Muitas vezes esta parceira de tantos anos também está acomodada, sentindo-se exigida, a partir de então, a mudar seu comportamento sexual com o marido. Esta é uma das situações de maior freqüência vivida por casais de meia idade, sendo muitas vezes bastante difícil de tratar, pela resistência à mudança de atitudes pela parceira. Ser parte de uma forte díade pode servir como fator atenuante, facilitando no acerto à esta situação.Com relação ao fortalecimento das relações amorosas, Kaplan (1974) sugere que os casais devem aprender as formas de utilizar as diferenças e mudanças, no intuito de solidificar a intimidade. Com isso haverá um aumento do prazer e da satisfação que cada um pode dar ao outro.
É portanto, primordial o papel do médico, no sentido de estar atento ao paciente que não trás suas preocupações com a função sexual e mesmo com outras preocupações que possam surgir, frente o diagnóstico de câncer. Estes importantes detalhes não podem passar desapercebidos, deixados de lado sem serem falados. Devem receber a devida atenção para não se transformarem em obstáculos psicológicos, provocando como conseqüência a depressão. A depressão instalada pode agravar ainda mais os problemas sexuais, provocando a perda da libido.
Poder contar com a ajuda da parceira é outra possibilidade enriquecedora, pois esta também proporciona ao companheiro conscientizar que a relação sexual é importante, mas sua vida vem em primeiro lugar. De que eles juntos enfrentarão todos os problemas e resolverão de forma tranqüila. É necessário que o homem que não tem parceira, possa encontrar outras maneiras para se tornar íntimo e criar clima de aproximação com as mulheres. Quando o intercurso sexual não é possível, os casais devem enriquecer seus relacionamentos de outras formas criativas. O casal deve discutir e explorar novas modalidades e variedades de prazer. As relações conjugais serão enriquecidas à medida em que o casal puder adaptar-se, de forma generosa e sensível às mudanças.
É importante que possa ser oferecida esta ajuda para a disfunção sexual cedo, incluindo o uso de medicações orais, substâncias vasoativas e vacuo. Um trabalho conjunto entre oncologista, radioterapeuta oncológico, urologista e psicólogo, são necessários para a otimização e melhora da terapia do câncer.







Literatura sugerida:



Kaplan, HS. A Nova Terapia do Sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1972, p.121, 258.

Masters, WH, Johnson, VE. A Resposta Sexual Humana. São Paulo: Roca, 1984, p.206.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Ejaculação Rápida, Angustia e suas Consequências

EJACULAÇÃO RÁPIDA, ANGUSTIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS




Com insatisfação crônica, conflitos e raivas gerados pelas constantes frustrações que advém da ejaculação rápida, o casal pode começar a evitar a intimidade sexual e consequentemente com isso, afetar também a ereção. Este ciclo vicioso pode piorar para o ejaculador rápido, que já possui uma tendência a ser ansioso a respeito de sua performance sexual. E é exatamente esta ejaculação rápida que reforçará a angústia do homem. Cada experiência negativa vai reforçando o sentimento de incapacidade, gerando mais angustia. É impossível para o homem obter ereção se o nível de angústia chega a este ponto.
Angústia e ansiedade não são sinônimas, de acordo com Dejours (1988, p. 22). A angústia seria uma reação do corpo e a ansiedade uma reação unicamente psíquica. Para Lange e James (apud DEJOURS, 1884-1885), “as manifestações somáticas da angústia não são o resultado, mas a própria causa desta vivência. A angústia seria a percepção confusa que tem o sujeito das perturbações biológicas que se passam nele face a uma situação de perigo”. Portanto, medicações bloqueadoras dos receptores adrenérgicos são muito eficazes para impedir o desencadeamento de estimulações neurovegetativas. Dejours enfatiza ainda que há autores que entendem que um trauma psíquico seria a causa das manifestações somáticas da angústia. “Estas respostas somáticas estariam em relação com a ativação dos resíduos filogenéticos, de respostas arcaicas, essencialmente comportamentais, destinadas a preparar o sujeito ameaçado para enfrentar a situação” (p. 23).
A ER muitas vezes é um transtorno crônico em que o paciente não procura auxílio imediato. Quando não adequadamente avaliado, os pacientes podem ser diagnosticados como portadores de Disfunção Erétil (DE), o que pode retardar o tratamento. É com muita frequência que se observam pacientes com EP primária, que nunca buscaram ajuda, no momento da consulta com o urologista, sentirem-se envergonhados. Na verdade, eles adiaram tanto procurar este auxílio (geralmente por vergonha), que pela preocupação com o seu desempenho, começam a falhar. Só então, extremamente angustiados, buscam auxílio médico. Mas em função da vergonha que sentem por terem de admitir para outro homem uma dificuldade sexual, não explicam a origem de sua disfunção. Alegam que começaram a perder a ereção e não sabem por que, nem quando começou. Médicos que acreditam que muitos problemas sexuais têm origem psicológica, encaminham pacientes com este tipo de queixa para uma avaliação com psicólogos. Outros simplesmente medicam o paciente com uma medicação oral para a ereção, tirando com isso a possibilidade de tratar realmente a causa do problema.
Hatzimouratidis e Hatzichristou (2007) chamam atenção sobre a necessidade de se explicar ao paciente que perder a ereção após a ejaculação é normal, pois muitas vezes eles trazem a queixa de que estão perdendo a ereção quando o problema é que ejaculam muito rápido.
Para Cherman (1999), a maioria dos casos de DE começam com queixas de EP. A preocupação com o tempo da ereção, a cobrança da penetração, são comuns e significativos em 96% dos homens, independentemente da idade, em ambos os grupos de pacientes: com DE e EP. Para esta autora, é necessário que o homem possa livrar-se da preocupação com a virilidade e competição, bem como compreender que o sexo não se limita somente ao desempenho com o falo.
Rodrigues Jr. (2004) chama atenção para a relação existente entre orgasmo e ejaculação, uma vez que a ejaculação acontece nos genitais e o orgasmo no cérebro. A sensação de ejaculação acontecer ao mesmo tempo em que o orgasmo remete às primeiras experiências de ejaculação. Nesta fase (10 – 12 anos), período operatório concreto, a capacidade cerebral é limitada, podendo interferir na capacidade do menino de interpretar o mundo. Ele associará a repetição destas experiências, ejaculação e sensações prazerosas, ao orgasmo. Com isso, muitos homens têm dificuldade em compreender que chegar ao orgasmo e ejacular não acontece necessariamente ao mesmo tempo.
È necessário portanto, para ajudar estes pacientes que o urologista encaminhe para fazer uma avaliação psicológica. O trabalho em conjunto do urologista com o psicólogo é a via mais rápida de tratamento. Na prática sabemos que funciona muito bem aliar a medicação antidepressiva com a terapia sexual.

Referências bibliográficas

CHERMAN, S. K. F. Ejaculação precoce: sintoma ou mito? Revista brasileira de sexualidade humana. Vol. 10, n° 2, 1999, 207-216.
DEJOURS, C. O Corpo. Entre a Biologia e a Psicanálise. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
HATZIMOURATIDIS, K.; HATZICHRISTOU, D. Sexual dysfunction: classifications and definitions. Journal of sexual medicine. 2007; 4:241-250.
LANGE E JAMES in DEJOURS, C. O Corpo. Entre a Biologia e a Psicanálise. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
RODRIGUES JR, O. M. In: TELÖKEN, C.; DA ROS, C. T.; TANNHAUSER, M. Disfunção Sexual. Rio de Janeiro: Revinter, 2004, 183-191.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Curso de Sexualidade Humana: Abordagens Multidisciplinares

Curso de Sexualidade Humana: Abordagens Multidisciplinares

Coordenação:

Laura Meyer – Mestre em Psicologia Clínica, especialista em terapia sexual pela SBRASH e graduada pela Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre.

Heitor Hentschel – Prof. Dr. em Medicina, especialista em terapia sexual pela SBRASH e especialista em Ginecologia/Obstetricia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Público Alvo: profissionais da área de saúde e estudantes;
Local: Instituto de Terapias Integradas - ITI (Ramiro Barcelos, 1517, sala 208);
Horário: 2ª-feira, das 20h às 22h;
Início: 3 de agosto de 2009.
Investimento: Inscrição: R$ 200,00 mais 4 mensalidades de:
Sócios e alunos do ITI R$ 160,00, estudantes R$ 180,00
e Profissionais R$ 200,00
Inscrições no local até o dia 24 de julho.
Assuntos:
História do Estudo da Sexualidade
Origem e desenvolvimento da sexualidade humana: aspectos biológicos, antropológicos, sociais e culturais
Desenvolvimento e construção da sexualidade
Resposta sexual humana
Fisiologia sexual
Transtornos de identidade sexual e Parafilias
Drogas lícitas e ilícitas e seus efeitos sobre a sexualidade
Contribuições teóricas das diferentes abordagens da sexualidade
Diagnóstico dos Transtornos Sexuais Femininos
Desejo Sexual Hipoativo (TDSH)
Anorgasmia, Dispareunia e Vaginismo
Hormônios, Anticoncepção e Sexualidade
Transtornos Sexuais Masculino- diagnóstico médico
Transtornos Sexuais Masculinos diagnóstico psicológico
Conflito Pessoal: Causa ou conseqüência das Disfunções Sexuais e a interferência na vida conjugal.
Palestra de encerramento: Novas perspectivas sobre a compreensão da sexualidade humana.
LauraMeyer HeitorHentschel
Confraternização final do curso e entrega dos certificados (é necessária 75% de presença para receber o certificado).

quinta-feira, 28 de maio de 2009

25ª Feira do Livro de Canoas

Estarei participando no dia 26/6/09 às 18h na Praça do Avião da 25ª Feira do Livro de Canoas. Convido todos que estiverem interessados. Após haverá sessão de autógrafos do meu livro Sexo: Muito Prazer.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Sexo: Muito Prazer

Apresentação

Este título é muito sugestivo, pois remete ambiguamente
à necessidade de conhecimento e ao
prazer gerado pelo sexo. A dra. Laura Meyer da
Silva, em linguagem simples e direta, faz uma revisão
de qualidade sobre este tema instigante e
milenar. Não é fácil escrever sobre sexo, visto que
o volume de obras existentes inibe quem não tem
a experiência necessária para enfrentar o assunto
com maturidade. Aliás, este não é o problema da
dra. Laura. Psicóloga experiente, atuando há anos
com o tema, ela transita confortavelmente por
questões polêmicas e delicadas como quem realmente
pode andar sobre águas turvas ou areias
movediças sem vacilações. Este é certamente o
maior mérito do livro: a abordagem simples, sincera,
direta e informativa sobre os meandros do
sexo, mantendo a vista focada no genuíno prazer
por ele proporcionado.
Pelo exposto, não tive dúvidas em recomendar
à L&PM a edição de Sexo: muito prazer como
parte da Coleção Pocket Saúde, que certamente
sai enrique cida desta inclusão.
Fernando Lucchese
Editor da Coleção L&PM Pocket Saúde